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nutrição evolutiva

Nutrigenética e Nutrigenômica - hábitos alimentares e perfil genético



Nutrigenômica – Refere-se ao estudo de como determinados compostos, atuam na modulação da expressão gênica.

Nutrigenética – Estuda os efeitos das variações genéticas na interação entre dieta e doença.

Tal conhecimento poderá possibilitar ao profissional de nutrição uma eficaz intervenção nutricional.

(Nutrire Ver. Soc. Bras. de Alimentação. Nutrição 35, (1) Ab.2010 – Fujii, Tatiane M. Menezes; Medeiros, Roberta)

Nutrigenética é a interação entre hábitos alimentares e o perfil genético individual.

(Rev.Bras.de Biociências – 2010 J. Bohrer Schmich, F.Voigt, Sharbel, W Maluf, Fabiana M. de Amaral)

Sabendo sobre esses conceitos a aplicabilidade do conceito se traduz em algumas etapas, são elas:

- Anamnese inicial;

- Coleta do exame genético;

-Leitura do exame e construção da dieta personalizada, a partir do que foi detectado;

-Período de aplicação da dieta e sua efetividade;

-Controles clínicos e mudanças no cardápio.


Temos variações incríveis de dietas e formas inusitadas de alimentos, mas como poder optar qual será a forma de conduta individualizada; se você desconhece suas características hereditárias e quais os alimentos/nutrientes que você realmente necessita.

Hoje chegamos a uma das bases assertivas da nutrição, a nutrigenética proporciona, ao profissional de saúde, para que tenha uma análise geral do que geneticamente está acontecendo com o indivíduo.

É um exame preditivo, que não descarta os exames laboratoriais, até porque o processo vai adquirindo forma, não só quando o indivíduo colhe as amostras e recebe o resultado do exame, mas após o exame, o profissional faz a dieta em função do que está detectado e suas evidências culturais e sociais. Sabendo das alterações, o profissional entrega a dieta, e ao longo de outros encontros vai analisando junto dos exames laboratoriais à medida que avança no processo do indivíduo.

Exames genéticos e laboratoriais são exames complementares.

Hoje existe um pânico, real sobre alergias ou intolerâncias alimentares que em vários casos se procedem, mas em outros não; ou o melhor uso de alimentos alergênicos, às vezes é só pelo uso contínuo do alimento, a falta de variação que o indivíduo não faz, ou a procedência que possa ser duvidosa.

Feito o exame genético isso é detectado com profundidade e pode ser corrigido com o cardápio mais apropriado, estudado e praticado.

Temos outros componentes a serem analisados como sensibilidade ao sódio, níquel, ferro, lactose, frutose, predisposição à doença celíaca ou a sensibilidade ao glúten.


Outras informações do exame nutrigenético para cada perfil alimentar são a suscetibilidade a hipercolestorelemia, atividade insulínica, acúmulo de gordura visceral, síndrome metabólica, a capacidade destoxificante, isto é, a capacidade de cada indivíduo eliminar toxinas, capacidade antioxidante, como cada indivíduo responde às suas capacidades metabólicas em macronutrientes: Proteínas, Carboidratos e Lipídeos, detectando as deficiências ou não em micronutrientes e qual o desempenho do metabolismo celular e sua necessidade correta de administração de micronutrientes, pois sabemos que o corpo não produz e precisamos ingeri-los.

Analisado todos estes aspectos orgânicos e funcionais o retorno em uma dieta eficaz dá lugar a apreciação de novos aspectos físicos e de humor do indivíduo gerando mais saúde e disposição, além de uma reeducação alimentar consciente de suas reais necessidades e não de suposições.

Facilitando assim o trabalho do nutricionista e gerando segurança ao indivíduo. Se o uso das prescrições forem seguidas o paciente tem uma melhora no tempo da reação do corpo, organicamente garantindo por mais tempo a eficácia e coerência alimentar.

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